""It's difficult when you've been brought up Catholic, to turn completely away from it. What I found in my twenties was I got more involved with the spiritual side of it. I've been known to go to church when there's nobody else there. It's very therapeutic when it's quite empty. It's so hard in a moment of despair not to say a prayer. Instead of abandoning (Catholicism), which is impossible to do, I kind of tried to turn it around and make it work for me. There is this calmness that is absolutely wonderful."
[ Eithne Padraigín Ní Bhraonáin AKA Enya Patricia Brennan AKA Enya ]
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Resgatar o tempo, a ludicidade das relações simples em sua componente curadoura e balanceadora
No século IV, Santo Agostinho dizia saber o que era o tempo, mas ter dificuldade de defini-lo. A humanidade estuda a evolução dos tempos. A Meteorologia estuda a variação dos climas e a História descreve a sucessão das épocas [...]. Mas, enquanto os capitalistas crêem, religiosamente, que tempo é dinheiro, muitas comunidades tradicionais continuam sem relógio. Ainda há muita gente no campo e mesmo na cidade que dedica o melhor de seu tempo para conviver, conversar e estar com as pessoas que ama. Vivem o tempo de forma mais gratuita, na relação uns com os outros, com a natureza e com o mistério, fonte de tudo. Em comunidades indígenas que ainda podem viver sua cultura original, homens e mulheres adultos, que devem prover o alimento e organizar o cotidiano, aprendem, [com as] crianças, a produzir sem perder a dimensão lúdica da vida. Recordam a nossa sociedade que o tempo pode ser pensado e vivido como graça e oportunidade de relacionamento e doação. Todos fazem confidências à lua e namoram as estrelas. A eles, as estrelas-guias se queixam dos homens sérios que trabalham tanto que nem mais escutam os sussurros do céu e perdem a orientação nas noites escuras da vida.
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